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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Lasquinhas da vida

DESAFIO DAS ESTEIRAS
sábado 6 de agosto 2011
Parque Halfeld
Juiz de Fora

O desafio das esteiras aconteceu em Juiz de Fora em pleno parque Halfeld. Mais de 20 equipes disputaram 12 horas quem corria mais quilômetros. De 8 da manhã a 8 da noite centenas de amantes das corridas se revezaram em busca da melhor marca.
Eu fechei o evento correndo pela minha equipe Camillo dos Santos. Não vencemos, mas ganhamos nosso dia!
PARQUE POWERSCOURT WATERFALLS
sábado 6 de agosto 2011
Irlanda
Thanius na Irlanda, que nem pinto no lixo!
Curtindo o fim de semana num parque daquele lado do mundo.
Muita saudade, mas também muito orgulho desse muleque.

NIVER DO TON
sábado 6 de agosto 2011
Barbosa Lage
Juiz de Fora

Niver do meu sobrinho Ton. Vários tipos de caldos, porque a noite fria pedia, cerveja gelada, a noite fria não pedia, mas a gente tomava assim mesmo, família reunida, amigos, e muita animação. Inesquecível, como tudo nessa família.


São momentos que constroem uma vida inteira. 



sexta-feira, 15 de julho de 2011

Somos loucos por bike...


Topo do mundo

Era uma vez um bando de malucos, nem mais que meia dúzia, que acorda cedo num sábado, que pula da cama e não reclama.
Era uma vez um bando de loucos, que encara a estrada, que monta suas máquinas desmotorizadas e parte em busca de sonhos, de sensações indescritíveis, de emoções inexplicáveis.
Era uma vez um lugar apelidado de “Vale dos Búfalos Barrigudos”.
Era uma vez um conto de fantasias, que torna real nossos sonhos, que faz valer a pena a vida.

O bando de loucos. Josy, Rodrigo, Wagner Fat e Leandro.

...e louco somos...Eu, Josy, Wagner Fat e Rodrigo.
Loucos por cachoeiras... 
Loucos por single tracks, mato e subidas...

Loucos por natureza...


LOUCOS!!!


Eu sou louco! (Lá atrás os búfalos Barrigudos e o seu vale)

Rodrigo não regula da cabeça 
Josy não bate bem...

Wagner tem um parafuso a menos

Leandro é pirado!

Somos loucos, alucinados, por emoção, por amizade, por verde, por ar puro, por bikes, por coisas simples que a vida nos dá e cobra muito pouco por isso.
E por isso somos assim, e por isso somos felizes assim.

Nossas janelas são as porteiras. Vemos nosso mundo assim!

Este dia fantástico aconteceu assim: Saimos de Juiz de Fora por volta de 8 da manhã. Fomos até Lima Duarte de carro. Começamos o pedal por volta de 9:30h. Fizemos 17 km de asfalto, pegamos uma estrada de terra, paramos pra comer pastel de R$ 0,70, pegamos uma estrada secundária, depois trilhas abertas, trilhas fechadas, locais desertos, vale dos búfalos, subidas infernais, descidas estonteantes, visuais sem igual.
Pedalamos um total de 58 km mas pareceram 80km.
Retornamos a Lima Duarte por volta de 16h.
Paz de espírito, higiene mental, cansaço, alegria de viver.
Como diz o filósofo Leandro Bissolli: "Os bons garotos vão para o céu, nós os bikers, vamos a qualquer lugar."
Thank's life! 


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Thiago's Lands

Sábado passei o dia no sitio do Thiago.
Saímos cedo de Juiz de Fora. Às 7 em ponto já estava na porta da casa da Josi pra pegar o Julinho.
Quando chegamos lá o Thiago e o Ton ainda não haviam chegado.
As 9 da manhã abrimos a primeira lata de cerveja, colocamos um dvd da Paula Fernandes, "ligamos" a churrasqueira, pegamos umas varas de pescar (apesar de pesca não ser meu hobbie favorito), como desculpa pra ficar contemplando a lagoa e sua calma.
De repente pedi ao Julinho papel e caneta.
E saiu isso que está aí embaixo.
Valeu Thiagão, pelo dia inesquecível nas terras de Thiago!

                                A varanda

Da varanda emprestada posso ver além de mim mesmo.
O sossego dentro de mim, vez por outra cortado pelos pensamentos, não me deixa disfarçar meus sentimentos.
O cheiro da terra, o sol manso que nasceu com preguiça, o deck ainda molhado pelo orvalho da noite fria, tudo remete a sensações que nem ouso descrever.
Tem ainda a música dela que toca ao fundo e me toca fundo.
A paz impera, o silêncio, de tão quieto, incomoda.
Busco a caneta e meu amigo papel. Preciso urgentemente compartilhar com ele esse momento.
Dádiva! Presente do universo para mim.
O paraíso é aqui mesmo - escrevi!
E sentado aqui, cercado por uma fotografia natural, ouço o vento que roça o mato, que alisa a água da lagoa que se tornou minha amiga...
E consigo ver muito além de mim.
E lá fora, bem fora de mim, a vida segue calma como se eu nem estivesse ali...Mas estou!
Sou testemunha dela, dessa vida emprestada, tal qual a varanda que me acolhe agora,
que me permite ser, simplesmente, feliz...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Quanto vale?


Quanto vale ter um filho?
Quanto vale poder estar com seu filho?
Quanto vale dividir com seu filho uma paixão por um esporte?
Quanto vale um momento feliz?
Um momento que te realiza,
que te transborda,
que você não consegue mensurar a dimensão?

Ontem Thales voltou às trilhas depois de um ano e meio parado.
E o joguei numa maior roubada.
Encarou logo a trilha da Santinha.
Tinha lugar que não se via a trilha, somente matagal.
Saímos com as pernas marcadas pelo mato, espinhos e moscas.
Mas saímos marcados também pela superação,
pela sensação maravilhosa de ter ido além dos limites.
Isso é pra poucos, e me sinto um sortudo por viver momentos assim.
E com meu filho então...nem se fala.
Isso não tem preço...
Mastercard que o diga!


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um dia frio

Um dia chuvoso qualquer,
sombrio,
cinza,
frio.
Um domingo por exemplo.
Chuva fina, que molha sem perceber.
Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro.
Livro que não foi lido.
O pensamento lá em você.
Eu sem você não vivo.
Um domingo que rolou.
Que não volta mais.
Uma música que nem ouvimos.
Mas que marcou.
O dia ainda é frio.
O pensamento ainda está em você.
O livro descansa na cabeceira.
O pensamento ainda viaja em você.
Você.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

De volta



Não tem como explicar.
Desculpas tem-se aos montes.
Estava trabalhando demais, não estava inspirado,
as fotos não ficaram bem focadas pra postar.
Houve de tudo nesses tempos em que estive longe daqui.
Foram vários os pedais maneiros,
comprei uma bike nova e nem a apresentei a vocês,
os cabelos grisalhos continuaram os mesmos, aliás,
com certeza ganharam novos vizinhos.
Os churrascos não foram tantos, estão meio em baixa.
A academia foi abandonada,
São Lourenço ficou mais distante,
Thanius, meu filho, foi pra Irlanda,
o principe se casou,
houve dias de Maria,
a Duduxo exportou.
Mas eu continuei a ser eu.
E vamos em frente, porque...na frente tem gente!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

COME QUIETO

Tem bloco novo na rua, e vai dar o que falar.

O nome não poderia ser mais sugestivo, porque mineiro é assim,
come quieto mesmo...na surdina, sem estardalhaço.
A apresentação inicial foi na Privilège, numa feijoada em pleno
verão (começa a irreverência por ai) regada a muita cerveja,
alegria e gente de bem com a vida.
Vai sair no sábado que antecede o carnaval.

Diz o refrão do samba:
"Eu quero um beijo e goiabada, por favor,
Doce de coco pra chamar o meu amor,
Eu quero queijo e namorada, tudo certo
Eu sou mineiro acostumado a comer quieto"...

Reencontrei Gabi Inhan depois de muito tempo. Sempre uma alegria encontrá-la.
Encontrei Mateus Ferreira, que o meu celular identifica como "Mateus Top"...com toda justiça, porque o cara é o cara!
Marcaram presença também Marcão (médico que cuidou de mim depois do acidente) e sua esposa Gabi.

Marcão, Gabi, Mateus e Bianca

Mateus achando que sabe...

Minha mega amiga Josy e sua turma esbanjaram alegria e contagiaram a todos. 
Um fim de semana que começou bem na sexta no Bravon, com seu chopp geladíssimo, passou pela feijoada no sábado a tarde, casamento da Patricia (Gestora da Qualidade da Duduxo) no sábado à noite , pelo pedal de domingo na represa, com direito a tchibum, culminando com almoço em familia, com Thanius, Thales e Tchele.
Se fosse melhor que isso estragava!!!


Eu, Patricia, Dani, Ulisses e Josy.




O segundo refrão do samba diz assim:
"Quem come quieto não fala de boca cheia,
Quem não conta vantagem come mais,
Não boto banca, não falo da vida alheia,
Eu sou do mundo, sou Minas Gerais..."

Ha,ha,ha!!!! 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Domingo Fervendo

Tem uma frase que nós bikers costumamos usar: “Montain bike é bom porque é ruim, se fosse pior seria melhor”

Diogo, Julio, PC, Flavio, Eu, Denise e Miguel Giovaninni.

Domingo passado eu pude entender essa frase de fato como ela é.
Foram 54 km debaixo de um sol pra lá de escaldante.
Subidas intermináveis, trilhas com árvores caídas no meio do caminho, lago para nadar, trechos de asfalto, trilhas single track, estradões, descidas radicais...macaquices em árvores e sol, muito sol!

Eu e as macaquices...acho que o sol quente afetou o cérebro!!

Um banho de lago não faz mal a ninguém

Denise e Eu.

A coisa ficou tão preta que em dado momento acabou a água de todo mundo e tivemos que percorrer mais de 5 km a seco.
Dona Maria Helena, numa casinha bem simples na beira da estrada, nos salvou com algumas garrafas de 2 litros de uma água deliciosa e surpreendentemente gelada.
Mais adiante um banho de mangueira de uma água de poço, deliciosamente refrescante!

Eu dando um banho no PC e no Flavio

Saí de casa 08:15h e retornei 16:00h. Foram mais de 7 horas de rolé e o computador da bike marcou 4 horas e 15 minutos em cima da bike pedalando.
Parecia que a cabeça ia ferver. Não havia água que bastasse, nem pra tomar, nem pra jogar na cabeça numa tentativa mais psicológica do que propriamente dito prática, de baixar a temperatura. Quando a água acabou então...
No finalzinho, lá pelos lados do bairro Bandeirantes fechamos o rolé com chave de ouro: Um caminhão de abacaxi à vista. Foi uma festa. Uma daquelas aventuras pra eu me esquecer que já tenho 50 anos. Pura superação


Abacaxi que te quero doce e maduro!


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Uma verdade incontestável

"Eu aprendi que a vida
nos tira algumas coisas,
mas em seguida vem
e nos surpreende
com outras maravilhosas".


autor desconhecido...pelo menos pra mim!



domingo, 9 de janeiro de 2011

Novidades




Coisa nova no pedaço, mais propriamente dito no blog.
Observe.
Agora tem minha foto em primeiro plano, eu e minha velha e fiel bike TREK.
Tudo bem que ela já foi substituída pela Merida, mas ainda está comigo, e não irei largá-la nunca.
Veja mais abaixo que agora você tem um lugar pra pesquisar no blog (canto superior direito da página) . Digite a palavra que quiser e você terá a postagem que eu fiz que tenha esta palavra. Agora ficou fácil você saber se eu falei mal de você...rsrsrsr
Coloquei meu perfil mais para cima. Dessa forma você vai logo vendo quem sou eu, e resolve se desiste ou não mais rapidamente.
Mais abaixo você pode ver o novo contador de visitas. Muito legal. Esse novo contador mostra de que país as pessoas acessaram o blog.
Mais abaixo ainda você vai se deparar com um gadget chamado Feedjit. Nesse espaço você pode ver quais as últimas 10 postagens que foram acessadas, e de onde foram acessadas...Maravilhas da tecnologia!!
Descendo mais ainda você poderá ver, em “Postagens Populares”, as postagens do blog que receberam comentários.
Continuando a descer você vai poder saber quantos acessos minha página teve na última semana e por fim os blogs que eu sigo.
Observe que ao final de cada postagem você pode deixar sua impressão sobre as postagens. Não precisa necessariamente deixar um comentário, mas pode, anonimamente deixar sua opinião. Pode dizer se "amou", apenas "gostou", se a postagem "não tem nada a ver" ou se ela é simplesmente "ridícula".
Coloquei ainda links para as postagens. Você pode fazer conexão com seus sites de relacionamento, como face book, por exemplo.

Enfim, está aí o blog de cara nova.
Espero que goste!
Enjoy

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz natal




Não importa em quê você acredite,
Se papai Noel de fato existe.
Não interessa sua religião,
Nem a parte comercial do Natal.
Importa a amizade, a confraternização.
Por isso comemore, abrace, diga eu te amo,
Abuse desse natal.
Você merece isso.
Quem gosta de você também.

Bom Natal!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Back to work

No domingo dia 05 sofri o acidente de bike.
Ontem fez14 dias  que estive fora do ar, hoje volto ao trabalho.
Ainda não estou 100%, mas preciso voltar à atividade, ficar parado, em casa, vendo Ana Maria Braga não recupera ninguém.
Descobri essa semana que além das fraturas na coluna eu também desloquei o ombro, que está doendo bastante agora. Provavelmente a dor da coluna mascarava a dor do ombro. Só fui descobrir quando deitei para o lado direito e vi que houve um deslocamento da clavícula, que ficou protuberante.
O ortopedista já olhou e disse que volta com o tempo, mas me recomendou tirar uma radiografia assim que possível.
Continuarei com as seções de fisioterapia no final do dia.
Enfim, a vida voltando à sua normalidade.
Passado o final de ano e suas festividades voltarei às atividades físicas, começando pela academia e progredindo aos poucos.

Volto a agradecer as manifestações de apoio de todos. Boa parte da minha rápida recuperação devo à corrente de solidariedade dos meus amigos.



Valeu moçada!!!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

FORA DO AR




Acordei meio em cima da hora naquele domingo, 5 de dezembro.
A largada do passeio promovido pela Terra Bike estava marcado para 9:30
Confesso que relutei um pouco em ir, mas queria rever o pessoal.
Muita gente que não costuma pedalar comigo estaria lá, como meu sócio Flavio, por exemplo.
Saí de casa 9:20h. Cheguei em cima da hora, mas ainda em tempo de bater um papo com a moçada, tirar algumas fotos...
O passeio se desenhava bem light, afinal havia muita gente, e apesar do percurso incluir o temível Vira-zói, a quantidade de pedalantes por si só já frearia o pedal.
Mas ninguém contava com o pneu furado do Herbert. O que nos atrasou bastante e na ânsia de tirar o atraso lá fomos nós descendo desembestados.
Da meia dúzia de bikers que ficou pra dar uma mão no conserto do pneu eu fui o segundo a largar.
Logo adiante, uns 2 km, iniciava-se o trecho mais perigoso do Vira-Zói.
Quando já me preparava psicologicamente pra enfrentar a descida, que todos que por lá já passaram, sabem que não é mole, vi uma moto sair de um sitio a esquerda, bem na frente do Eduardo 22 da Bike Force. Ele deu um berro e preparou-se para o pior.
Como eu sei que o Eduardo é safo eu me preocupei apenas em ir para o outro lado da pista pra evitar piorar a situação.
Mas aquele lado da pista sempre está ruim.
E num degrau formado pelos paralelepípedos que começavam a formar o calçamento da descida, eu vi minha Merida perder totalmente o controle e eu ser lançado como uma flecha, vendo a bike passando por cima da minha cabeça. Segundo os cálculos do pessoal devo ter voado algo em torno de 5 metros, e depois de aterrissar no chão capotei por mais uns 10 metros.
Saldo da tragédia: Eu esparramado no chão sem nenhuma condição de me levantar devido a dores insuportáveis nas costas.
Neste momento bate aquele medo que assombra todo mundo: Iiiiiii, danou-se! To paralitico!
Providencial foi a intervenção do Jeferson, ciclista paramédico que estava junto com a gente no pedal. Verificou todos meus sinais vitais, reflexos e constatou que eu estava bem, dentro das possibilidades.
O motoqueiro que acompanhava o pedal foi ate um ponto onde pegava celular e ligou para o resgate.
Fiquei aproximadamente uma hora e meia deitado de barriga pra cima, sem poder me mover, aguardando a chegada do socorro.
O acesso não era nada fácil, o retorno, comigo lá dentro da ambulância, morrendo de dor, e chacoalhando feito banana em liquidificador de quitanda, foi pior ainda.
Direto para o HPS, radiografias do corpo todo, analgésico na veia e observação de 15h as 23h, quando constatou-se que não havia fraturas.
Flavio e Nando Ciribelli se incumbiram de pedir minha transferência para o Monte Sinai.
Chegando lá duas tomografias e uma ressonância mostraram que havia sim fraturas nos Processos Transversos das vértebras lombares L1, L2 e L3.
Este tipo de fratura não traz nenhum risco para a mobilidade do acidentado, mas causa dores insuportáveis, tanto que na primeira noite no Monte Sinai fui sedado com morfina para conseguir dormir.
Passei de domingo a quinta feira imóvel na cama, sem levantar, sem sentar, sem me alimentar. Fazia xixi na própria cama, naquelas indefectíveis vasilhinhas próprias. Evitei comer coisas solidas para não ter que defecar pois se já não estava sendo fácil fazer xixi na vasilhinha imagine coco!!
Na sexta feira pela manhã minha irmã Heli providenciou um colete e um andador e eu pude então pela primeira vez me levantar, caminhar um pouco e me sentar, mas não sem sentir fortes dores, apesar dos remédios.
No sábado tive alta por volta de 15h. Vim para a casa da minha mãe.
Thanius e Thales se revezando nos cuidados comigo, por 24h, me levantando da cama, me deitando, me dando banho, alimentando, dando remédios, etc....affff...nada facil, principalmente pra eles coitados!
Passei o final de semana relativamente bem, mas as dores estavam mais fortes, afinal os analgésicos que no hospital eram intravenosos, em casa seriam via oral, com efeito muito mais demorado e menor.
Meu quadro não havia se alterado muito e eu já estava me acostumando com a idéia de ter bastante paciência para esperar os ossinhos “colarem”, e enquanto isso seguiria sentindo dores e tendo que ter a ajuda dos meninos para as minhas necessidades mais básicas.
Na terça feira, ontem, tudo virou de cabeça pra baixo. Mais uma intervenção da minha irmã Heli e as 16h Lívia Saço, uma jovem fisioterapeuta, estava na minha frente dizendo que eu poderia fazer aquilo que meu corpo insistia em berrar que não dava.
Após umas aplicações de uns choquinhos nas costas, muita massagem, estica daqui, espreme de lá, levanta, anda, senta, mexe...enfim, depois de bagunçar o coreto ela simplesmente foi embora deixando-me a recomendação de que eu deveria, pelo menos, me sentar por 10 minutos pela manhã e à tarde, e caminhar por também 10 minutos nestes mesmos períodos.
Ela saiu e me deixou sentado na cama, coisa que antes, se passasse de 30 segundos eu já urrava de dor.
Ali permaneci e fui gostando da brincadeira.
Moral da história, ela saiu 17h, e já eram 23h e eu nem queria saber de cama! Nem eu mesmo acreditei!
Não teve volta mais. Passei pouquíssimo tempo na cama. Jantei sentado, tomei banho sozinho (pela primeira vez em 10 dias) e sem colete.
Pude sentar no computador, responder a um monte de e-mails, falar no MSN e até mesmo postar, depois de um longo período parado, neste blog que ora você lê.
Bem que eu gostaria de ter voltado a postar com um outro assunto, menos dramático, mas pelo menos voltei!
Nas turbulências desses dias alguém me disse que isso daria até um livro, e isso me despertou uma coisa que vem adormecida em mim há muito tempo.
Eu sempre brinquei com meus amigos quando dizia: “Já tive filhos e já plantei árvores, falta agora escrever um livro”. E assim será.
Essa semana começo as pesquisas para minha estréia no mundo cultural.
Acho que dentro de um ano já estarei convidando-os para a noite de autógrafos.
Anotem e me cobrem.
Quero tornar público aqui os meus agradecimentos a todos aqueles que me visitaram, que me enviaram mensagens, que me enviaram e-mails, que mandaram recados, que telefonaram, que rezaram por mim, que fixaram o pensamento positivo em mim.
Vocês foram os enormes responsáveis pela recuperação que estou tendo.
Não quero citar nomes pra não ser injusto com alguém, porque foi muita gente, uma verdadeira corrente do bem.
Até ontem eu sabia que tinha companheiros maravilhosos de trilhas de bikes, hoje eu descobri que tenho uma verdadeira fortuna em amigos.
Um ponto forte nisso tudo foi constatar que meus filhos viraram homens e que foi-se o tempo em que eu que cuidava deles.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Saudades


Andando pelo orkut me deparei com essa foto que a Adélia postou. Aconteceu no ano passado, mais precisamente no dia 20 de março. Reunimos a turma que na época estava mandando super bem nos rolés de bike. Cris, Jainer, Filippe, Hugo, Flavio, Eu, Gabi, Claudinha, Leandro, Thanius, Thales e Elaine. Quem não pedalava, mas formava par com parte dessa turma eram: Adélia, Mauro, Kimberly, Fernandinha, além do Bruce filho do Jainer.
Essa foto eu não tinha, confisquei do orkut da Adélia.
Aproveito e coloco tambem algumas fotos, essas sim, fazem parte do meu acervo.

  Eu, Gabi, Claudinha, Adelia e Elaine.

Cris Xavier e Eu

Flavio, Hugo e Filippe

Jainer e Leandro (ele não é sério assim não, estava saindo do trabalho)

As loiras Fernanda, Adelia e Elaine

Kimberly

O encontro foi no Empório Bahamas. Fizemos um jantar que ficou na história.
Não tenho no meu acervo fotos do Thales e do Thanius nesse dia.
Sobra saudade.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Degradação


Vendo as fotos abaixo penso estar vendo fotos de campos de concentração.
Impressionante como esses estilistas conseguem fazer isso com mulheres lindas.
Li um texto estes dias que dizia uma coisa muito interessante.
Não quero aqui fazer apologia a homofobia, mesmo porque não tenho absolutamente nada contra homossexuais,
mas realmente vi lógica no que estava sendo dito.
Os estilistas, em sua maioria gays, impõem esse padrão estúpido de beleza (alguem vê beleza nisso??) onde mulheres mais parecem esqueletos,
de uma forma tão veemente que nos remete a indagar por que o fazem, ja que ninguém, ou quase ninguém que tenha um juizo perfeito, pode encontrar beleza nisso.
Dizia este e-mail que recebi, que pelo fato de não poderem ser como as mulheres, e terem domínio sobre as modelos, acabam por impingir a elas esse padrão desumano de "beleza" para se "vingarem".

Uma estranha modinha entre as "tops" esta intrigando o publico que acompanhou os desfiles da São Paulo Fashion Week nesta temporada. Algumas das moças simplesmente abriram mão de suas sobrancelhas - ora totalmente raspadas, ora apenas descoloridas.

Eu vi bastante lógica nisso. Basta olhar as fotos acima pra constatarmos que tem que haver algo de muito débil pra que uma parte de nossa sociedade ache isso bonito. Em sã consciência ninguém pode achar isso bonito.
O incrivel é como esse bando de estilistas consegue impor esse domínio e carregar consigo toda uma parcela da sociedade que lhes dá crédito nessa jornada paranóica. Jornalistas, críticos de moda, gente comum, todo mundo se encanta e fica extasiado nas passarelas de desfiles de moda vendo as figuras esquálidas desfilando, marchando aliás, como se fossem bois marcados, como se não tivessem vida própria. O paradoxo fica por conta da denominação de Top model. Não sei top de quê...Só se for top da degradação humana.
Não satisfeitos com a total degeneração humana que impõem agora deram de raspar ou clarear as sobrancelhas das pobre coitadas.
Eu fico com as mulheres normais, cheias de curvas e vida. Eu fico com a beleza natural, viva, alegre. 

domingo, 4 de abril de 2010

Pedalando

Hoje teve rolé.
Hugo que andava sumido apareceu, junto com Filippe, pra quem não sabe, os irmãos Franzone.
Também compareceram Leandro e Denis. Thanius dessa vez furou.
Saímos do posto do São Pedro, ponto de encontro e fomos em busca de um down hill anunciado pelo Filippe, que fica lá pras bandas do Milho Branco, começando pelo alto do São Pedro. Belas descidas. Comprei terreno duas vezes, gíria de bikers que significa “cair”. Nada de grave, pelo contrário, adrenalina faz bem...
Depois retornamos para a BR-040 passando pela estrada do Pedra Bonita. Um elo da corrente da bike do Filippe entortou e tive que mais uma vez mostrar meus dotes mecânicos e retirá-lo como numa delicada cirurgia...rs.
Na parada pro conserto pudemos fotografar uma pérola em forma de placa.
Está escrito: “Favor não jogar animais mortos nen resto do animal! Obrigado.” [sic].


Esticamos um pouco mais pelo caminho do canil e voltamos passando pelo Bar Curral.
Dessa vez não teve caldo de cana no tio de São Pedro.
Saímos 8:30 e antes de 11:00 estava em casa. Ao todo 35 km.
Valeu  pra esticar as pernas e ter um motivo pra sair da cama.
Essa semana devo voltar para a academia e melhorar também a alimentação. Tenho sentido os rolés, sinal de que o condicionamento físico esta precisando de mais atenção.
Ah, você viu que meu blog já alcançou 30 mil visitas?
Vai vendo aí...tô fraco não!
Valeu!!

                                                        Hugo, Eu, Filippe e Leandro.

Hugo, Filippe, Denis e Leandro.