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segunda-feira, 4 de julho de 2011

balsa


A cachoeira, um pouco mais seca, ainda é a mesma!

Os momentos daquele 9 de janeiro ficaram gravados nas fotos, nas nossas mentes e em nossos corações.
Houve descida escorregando na cachoeira, teve machucado com curativo improvisado com a camisa da Cris. Teve muito barro e teve balsa que não atravessou o rio. A volta não foi nada fácil.
Pouco mais de 2 anos depois as fotos não mostraram mais as mesmas pessoas. Remanescentes daquele dia éramos apenas eu, Leandro e Thales.

A turma daquele 25 de janeiro de 2009. Andre, Thales, Jainer, Gabriela, Cris, Elaine e Eu. Leandro clicou! O Thanius tambem foi, mas não aparece na foto!
Gabi, Cris, Thanius, Elaine, Andre e Jainer fizeram falta.
Outros personagens apresentaram o espetáculo de ontem.
Não houve manga “roubada” na beira da estrada, barro também não tinha e a balsa dessa vez funcionou.
Foram muitas as lembranças de um tempo que não volta mais, mas o tempo não para, e vamos seguindo em frente, por onde a vida nos levar.

Os novos protagonistas. Dos dois primeiros a esquerda da foto não guardei o nome. Depois: Thales, Nando Zambrano, Wagner meu xará, Eu, Denise, Ramon, Max, Flavio, Herberth, PC, Marcelo, Josy e Betinho. De novo Leandro ficou de fora, ele que bateu a foto.

Ontem o grupo foi bem maior. Éramos 15 bikers rompendo a manhã com seu sol preguiçoso de um domingo onde Juiz de Fora se despedia de Itamar Franco, enquanto nos despedíamos dos carros, das buzinas, e íamos sentir o cheiro do mato, lavar nossas almas com água de mina, nos lambuzar de ar puro, nos empanturrar de verde, nos fartar de amizade!   

HÁ DOIS ANOS ATRÁS (domingo, 25 de janeiro de 2009)

A balsa afundada! Jainer e Leandro com sorriso amarelo...
Havia muito barro. Cris que o diga!
Era verão e deu até pra curtir um tobogã na cachoeira. Gabi e eu.

2 ANOS DEPOIS (domingo, 03 de julho de 2011)

Teve asfalto com vistas deslumbrantes...
Não teve Max? 
 Teve filho e pai...
Mas não teve barro não, a Josy gostou.
Mas teve balsa dessa vez, teve sim senhor!
Justa homenagem ao Leandro que bateu as fotos em 2009
Não podia faltar o tradicional pão com mortadela
...nem a alegria de um domingo com os amigos do pedal!!!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Saudades


Andando pelo orkut me deparei com essa foto que a Adélia postou. Aconteceu no ano passado, mais precisamente no dia 20 de março. Reunimos a turma que na época estava mandando super bem nos rolés de bike. Cris, Jainer, Filippe, Hugo, Flavio, Eu, Gabi, Claudinha, Leandro, Thanius, Thales e Elaine. Quem não pedalava, mas formava par com parte dessa turma eram: Adélia, Mauro, Kimberly, Fernandinha, além do Bruce filho do Jainer.
Essa foto eu não tinha, confisquei do orkut da Adélia.
Aproveito e coloco tambem algumas fotos, essas sim, fazem parte do meu acervo.

  Eu, Gabi, Claudinha, Adelia e Elaine.

Cris Xavier e Eu

Flavio, Hugo e Filippe

Jainer e Leandro (ele não é sério assim não, estava saindo do trabalho)

As loiras Fernanda, Adelia e Elaine

Kimberly

O encontro foi no Empório Bahamas. Fizemos um jantar que ficou na história.
Não tenho no meu acervo fotos do Thales e do Thanius nesse dia.
Sobra saudade.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Havia pedras pelo caminho

As pedras do caminho

Drummond se encantaria.
Simples, todas elas. Aos milhares. Mas quando Ciro avistava uma, por menos especial que parecesse, ela o encantava. Se dava ao trabalho de parar a bike, abaixar e pegar. Fazer-lhe uma reverência e guardar. Uma pedra. Uma simples pedra.
Saímos de Juiz de Fora um pouco atrasados. Apesar do Leandro ter me pegado as 06:40h em casa não demos conta de sair as 07:00h como combinado. Esqueci óculos, capacete, luvas... O Filippe também atrasou. Enfim, o que importa é que pegamos estrada rumo a Conceição de Ibitipoca. O plano era chegar ao arraial, deixar os carros e partir pra trilha previamente experimentada pelo Filippe e Cia. E assim foi feito.
Descidas alucinantes, subidas estafantes, visuais indescritíveis, momentos de rara emoção.
As pedras continuavam a ser recolhidas, como troféus de uma batalha sem perdedores. Eu fui agraciado com uma. Guardei.
A turma.
Ciro, Eu, Hugo, Filippe, Leandro e Charlie 

A ida no carro do Leandro. A bordo ele, eu e Charlie. Na frente o carro do Filippe.

A chegada em Ibiti

travessia

Ciro, Charlie, Filippe, Hugo, Leandro e eu. Eis os guerreiros, cavaleiros de sonhos, de desafios, de uma luta onde todos são vencedores.
Nossos troféus são forjados em barro, poeira, em visuais plasticamente construídos pela caprichosa natureza, por seus caminhos tanto tortuosos quanto mágicos. Eles estão lá, pra quem quiser ver, e nós os bikers, como ninguém, sabemos extrair o máximo disso tudo. 

O infinito

Liberdade, abra suas asas sobre mim!

Descemos esta pedra sim senhor!!
Leandro, Filippe, Eu e Charlie.

Gelaaaaaaaaaaaaaaaada!!!!!

A frase não é do Leandro, mas ele sempre a professa: “Os bons meninos vão para o céu, os bikers a qualquer lugar”. Essa frase, aliada às fotos, dá bem a dimensão do que vivemos, e nesse sábado em especial vivemos uma aventura além da nossa imaginação. Não apenas pelo grau de dificuldade, não apenas pela paz de espírito, nem tão somente pelo ar puro e pelo visual, mas também pela amizade e pelo companheirismo que une os bikers. Pelos momentos em que simplesmente esquecemos que possa existir algo além daquilo que nossas vistas alcançam.

Companheirão Leandro

Filippe enxergando uma semana à frente.

Hugo....um mês!!

No Ibitilua no retorno ao arraial

Eu e meu mega amigo Filippe no Ibitilua.

Ciro presenteando Filippe com uma pedra...figuraça!!!

Os presentes de Ciro, nossas amigas pedras, trocaram de lugar. Hoje posam imponentes na minha janela, contemplam meus pensamentos e acompanham minhas palavras tecladas.
Elas me entendem.
Elas estavam no caminho.
Drummond se orgulharia. 

domingo, 4 de abril de 2010

Pedalando

Hoje teve rolé.
Hugo que andava sumido apareceu, junto com Filippe, pra quem não sabe, os irmãos Franzone.
Também compareceram Leandro e Denis. Thanius dessa vez furou.
Saímos do posto do São Pedro, ponto de encontro e fomos em busca de um down hill anunciado pelo Filippe, que fica lá pras bandas do Milho Branco, começando pelo alto do São Pedro. Belas descidas. Comprei terreno duas vezes, gíria de bikers que significa “cair”. Nada de grave, pelo contrário, adrenalina faz bem...
Depois retornamos para a BR-040 passando pela estrada do Pedra Bonita. Um elo da corrente da bike do Filippe entortou e tive que mais uma vez mostrar meus dotes mecânicos e retirá-lo como numa delicada cirurgia...rs.
Na parada pro conserto pudemos fotografar uma pérola em forma de placa.
Está escrito: “Favor não jogar animais mortos nen resto do animal! Obrigado.” [sic].


Esticamos um pouco mais pelo caminho do canil e voltamos passando pelo Bar Curral.
Dessa vez não teve caldo de cana no tio de São Pedro.
Saímos 8:30 e antes de 11:00 estava em casa. Ao todo 35 km.
Valeu  pra esticar as pernas e ter um motivo pra sair da cama.
Essa semana devo voltar para a academia e melhorar também a alimentação. Tenho sentido os rolés, sinal de que o condicionamento físico esta precisando de mais atenção.
Ah, você viu que meu blog já alcançou 30 mil visitas?
Vai vendo aí...tô fraco não!
Valeu!!

                                                        Hugo, Eu, Filippe e Leandro.

Hugo, Filippe, Denis e Leandro.

terça-feira, 2 de março de 2010

Domingo


Um domingo atípico.
Prometia chover e não choveu, pelo menos pela manhã.
O rolé de bike era dúvida, mas aconteceu.
Filippe que não ia... Foi!
Um rolé de bike que era pra ser sem graça, não foi!
Thanius com o Cold Play no Rio, Thales que ia pra Maripá não foi.
Mas resolveu de ir, de tarde, mas voltou a tempo de ver o fim do domingo com caipiríssimas de todos os tipos e para todos os gostos, 
no bar Mercearia. Aline, Thales e eu.


Filippe de quadro novo na bike...mandou bem!

Thales II e Bruno...ser biker é isso, empurrar quando precisa!


Das caipiríssimas não tem foto, mas do pedal tem.
Fomos eu, Filippe e Thales II (vou chamá-lo assim pra não confundir com meu filho)e Bruno.
Subimos pelo bairro Manoel Honório e alcançamos a Pedra Cortada, uma espécie de desfiladeiro com dois paredões de pedra ladeando.
De lá alcançamos o bairro Grama, passando por umas curtas mas gostosas trilhas.
De Grama para o Parque Independência e finalmente avistamos a entrada “proibida” (área militar) da trilha da represa, que não respeitamos, claro.
Após descidas longas e mega estreitas, chegamos na represa. Uma pequena pausa na orla e tomamos o rumo da estrada da remonta, com mais descidas alucinantes...e ainda estreitas, mas saborosas!
No finalzinho um pequeno acidente com o Thales II, sem maiores proporções, deixou a roda traseira de sua bike com menos meia dúzia de raios.
Uma intervenção mecânica minha e estávamos prontos pra seguir.
Chegamos bem.
Mais um domingo.
Semana que vem tem mais.


Tem alguém aí atras??? 

A isso chamo de paz de espírito


domingo, 24 de janeiro de 2010

Dupla


Como dizia meu pai, a gente enxerga a uma semana de distância. E como diz o Leandro, nas motos não dá pra curtir esse visual em toda sua plenitude. Pode apostar, nesta hora ele estava em transe!

Eu penso que faz parte da evolução de nossas vidas que algumas coisas acabem para que fique a saudade, para que fique a experiência de valorizarmos aquilo que tivemos um dia e não temos mais. Mas faz parte da vida também que alguns seres teimosos insistam em não deixar a chama apagar, mesmo que não haja mais tantos amigos ao redor. Eu e Leandro estamos nesta jornada. Quando o tempo permite, quando os compromissos sociais não nos obriguem a enfrentar uma noitada no sábado a gente se permite momentos de rara satisfação pessoal. Momentos únicos, que tento trazer pra vocês aqui através de algumas fotos. Hoje, domingo 24 de janeiro de 2010, fomos eu e ele enfrentar a trilha da Pepsi, reconhecida por suas dificuldades (buracos enormes, subidas estenuantes, descidas radicais, trilhas escorregadias...). Nas paradas relembramos a bravura das meninas que nos acompanharam várias vezes nestas trilhas, o que não é nada fácil, aliás, muito dificil. Gabi, Cris, Elaine e Claudinha, verdadeiras guerreiras. Relembramos também nossos velhos companheiros, que por um motivo ou outro não estão com a gente hoje, ou estão muito de vez em quando. Filippe, Hugo, Jainer, Flavito, Thanius, Thales, Igor, Frangão, entre outros...Um dia a gente se esbarra de novo nas trilhas galera.

Ouvir o vento roçando o mato. Ver tucanos voando. Respirar um ar extremamente limpo. Um encontro de amigo pra amigo com a natureza.

Foto tirada no automático, em cima do capacete. Mato na frente, nuvens abaixo. Surreal.

A clássica foto. Essa não pode faltar. Não com um visual destes emoldurando.
Um banho na magrela

Uma amostra da dificuldade da trilha da Pepsi. Esse é um dos trechos mais tranquilos, deu até pra tirar foto.

Final de rolé. Última foto na rotatória do parque da Lajinha.

Se eu pudesse te contar, se eu pudesse te mostrar, se eu pudesse fazer você viver isso que vivo, se eu pudesse fazer você experimentar.
Você certamente se encantaria, você certamente se superaria, você certamente se encontraria consigo mesmo(a).

Viva la vida!!!