Mostrando postagens com marcador woman. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador woman. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Degradação


Vendo as fotos abaixo penso estar vendo fotos de campos de concentração.
Impressionante como esses estilistas conseguem fazer isso com mulheres lindas.
Li um texto estes dias que dizia uma coisa muito interessante.
Não quero aqui fazer apologia a homofobia, mesmo porque não tenho absolutamente nada contra homossexuais,
mas realmente vi lógica no que estava sendo dito.
Os estilistas, em sua maioria gays, impõem esse padrão estúpido de beleza (alguem vê beleza nisso??) onde mulheres mais parecem esqueletos,
de uma forma tão veemente que nos remete a indagar por que o fazem, ja que ninguém, ou quase ninguém que tenha um juizo perfeito, pode encontrar beleza nisso.
Dizia este e-mail que recebi, que pelo fato de não poderem ser como as mulheres, e terem domínio sobre as modelos, acabam por impingir a elas esse padrão desumano de "beleza" para se "vingarem".

Uma estranha modinha entre as "tops" esta intrigando o publico que acompanhou os desfiles da São Paulo Fashion Week nesta temporada. Algumas das moças simplesmente abriram mão de suas sobrancelhas - ora totalmente raspadas, ora apenas descoloridas.

Eu vi bastante lógica nisso. Basta olhar as fotos acima pra constatarmos que tem que haver algo de muito débil pra que uma parte de nossa sociedade ache isso bonito. Em sã consciência ninguém pode achar isso bonito.
O incrivel é como esse bando de estilistas consegue impor esse domínio e carregar consigo toda uma parcela da sociedade que lhes dá crédito nessa jornada paranóica. Jornalistas, críticos de moda, gente comum, todo mundo se encanta e fica extasiado nas passarelas de desfiles de moda vendo as figuras esquálidas desfilando, marchando aliás, como se fossem bois marcados, como se não tivessem vida própria. O paradoxo fica por conta da denominação de Top model. Não sei top de quê...Só se for top da degradação humana.
Não satisfeitos com a total degeneração humana que impõem agora deram de raspar ou clarear as sobrancelhas das pobre coitadas.
Eu fico com as mulheres normais, cheias de curvas e vida. Eu fico com a beleza natural, viva, alegre. 

sábado, 6 de março de 2010

Mulher

Olhando pela janela da minha vida vejo marcas fortes de mulheres que estiveram presentes nela.
Umas amigas do peito, outra mãe de peito, a mãe dos filhos, algumas companheiras, outras nem tanto.
Houve as passageiras, os desencantos. Os amores, as paixões, as desilusões.
Foram personagens marcantes que deram de alguma forma sentido à minha vida.
Muitas hoje nem vejo mais, permanecem ocultas num cantinho qualquer de mim.
No momento, doces presentes de uma nova descoberta, ou de quem renasceu do improvável.
Ainda existe a presença de velhas amigas, o afago de que tanto preciso, os olhares e sorrisos que me acalentam, as palavras, ainda que poucas, que me sustentam.
Bem verdade que o tempo, e por que não a distância, foram levando consigo pedaços disso tudo.
Deixaram feridas difíceis de curar, cicatrizes profundas e um gosto amargo de tragar.
Mas nem o tempo, nem a distância hão de apagar, o sentimento forte, a amizade amiga, dessas mulheres da minha vida.

Wagner Sarchis


8 de março, dia internacional da Mulher.